Aliado de Paulo Guedes na reforma da Previdência, o Novo vai romper trato que havia firmado com o governo e deve apresentar, ainda na comissão especial, sugestão de mudança ao texto.

 

 


A sigla quer tentar derrubar o aumento da tributação dos bancos, que pegou os deputados de surpresa. “É taxar indiretamente a população”, diz Vinicius Poit (SP).

 


Nova versão

 

A nova versão da reforma da Previdência apresentada nesta quinta-feira, 13, garante uma economia de R$ 913,4 bilhões em 10 anos, próxima da meta do governo de R$ 1 trilhão. O relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), teve de recorrer à alta de tributo para compensar as perdas com concessões feitas ao lobby dos servidores públicos, um dos mais poderosos do Congresso.

 


Os bancos foram escolhidos para pagar a conta adicional. O relator incluiu a elevação de 15% para 20% da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) paga pelas instituições financeiras. Medida que vai engordar os cofres do governo em R$ 5 bilhões por ano. A estratégia de compensação com alta de tributos deverá ser replicada caso haja novas perdas durante a tramitação na Comissão Especial.

 


“Banqueiros também precisam de cota de sacrifício”, disse o presidente da Comissão Especial, Marcelo Ramos (PL-AM). Para ele, a taxação extra dos bancos é um sinal positivo para a sociedade. (Fonte: Folha.com)

 

 

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