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CONTEC divulga novos estudos e relatórios estratégicos sobre o Congresso Nacional

Terça, 24 Fevereiro 2026

escrito por Maria Clara 23 de fevereiro de 2026

 A Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito), através do diretor para Assuntos Legislativos, Gladir Basso, com apoio de Márgara Cunha, assessora Legislativa, divulgou um panorama do acompanhamento sobre a tramitação de projetos de interesse dos trabalhadores no Congresso Nacional, no período de dezembro/2025 a janeiro/2026.

GIGANTES DE VALE-REFEIÇÃO TRAVAM BATALHA JUDICIAL CONTRA NOVAS REGRAS DO SETOR  

Terça, 24 Fevereiro 2026

Empresas líderes do setor foram à Justiça questionar o que consideram extrapolações do Executivo. (Por Marcos Bonfim)

CAIXA NEGOCIA COMPRA DE CARTEIRAS DO BRB APÓS CRISE DO BANCO MASTER  

Terça, 24 Fevereiro 2026

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Sexta, 20 Fevereiro 2026

Números consideram liquidações pelo BC do Banco Cruzeiro do Sul e o Banco Ipiranga, que recorreram à Justiça alegando prejuízos (Por Cícero Cotrim (Broadcast)) - foto reprodução - 

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Dado registrado ao fim de 2024 vai na direção contrária a discurso do BC por aumento da competição

escrito por Luany Araújo 

A concentração bancária no país inverteu a trajetória de queda e subiu pela primeira vez em ao menos três anos, consolidando o domínio das quatro maiores instituições financeiras sobre mais da metade do mercado. Banco do Brasil, Caixa, Itaú Unibanco e Bradesco são responsáveis, juntos, por 57,9% das operações de crédito do país.

Os dados, referentes ao fim do ano de 2024, estão em relatório do Banco Central divulgado nesta terça-feira (29). Um ano antes, os quatro maiores bancos foram responsáveis por 57,8% das operações de crédito.

Apesar do aumento leve, de 0,1 ponto percentual, o movimento vai na direção contrária ao discurso do Banco Central sobre a necessidade de redução da concentração e aumento da concorrência no setor. O estímulo à maior concorrência faz parte das diretrizes da agenda do BC.

Os relatórios anuais apontam que esse é o primeiro aumento desde que a chamada RC4 (Razão de Concentração dos Quatro Maiores) foi adotada pela autoridade monetária como substituição à RC5 (que se referia aos cinco maiores e incluía, até então, o Santander). Em 2019, ano de estreia do indicador, o percentual era de 60,6%.

O nível de concentração permanece particularmente elevado nos financiamentos rurais e agro, nos financiamentos habitacionais e nos financiamentos de infraestrutura e desenvolvimento.

Os números foram registrados sob a gestão do então presidente do BC Roberto Campos Neto (indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro). Nos anos anteriores de seu mandato, o percentual vinha caindo, embora de maneira leve.

A maior concentração é registrada após um ano em que o BC aprovou, sem restrições, oito atos de concentração. Três deles envolveram diretamente pelo menos um banco. Entre eles, um acordo de investimento entre o Bradesco e o banco John Deere.

O BC afirma também que, em 2024, o nível de concentração nos mercados de corretagem (ações e mercadorias e futuros) e de distribuição de produtos de investimento aumentou em relação aos valores observados nos anos anteriores (2022 e 2023), embora considere esses segmentos desconcentrados ou em nível moderado.

Mesmo com os valores, o BC tem destacado avanços na concentração bancária dizendo que ela apresentou “redução ou estabilidade”. Em termos de depósitos totais, por exemplo, houve queda da RC4 de 57,9% para 57,1%. “A redução ou a estabilidade dos níveis de concentração foi observada na maioria dos mercados relevantes de crédito”, afirma o BC.

“Em 2024, houve aumento do número de IFs [instituições financeiras] ofertantes de capital de giro, de crédito pessoal sem consignação em folha e de cheque especial”, afirma a autoridade monetária.

Fonte: Folha de SP

www.contec.org.br