Matéria de Ana Carolina Papp no Estadão de 14 de abril é aberta com a seguinte e demolidora frase: “Ano a ano, pesquisas reforçam que o Brasil é um país desigual.

Porém, um levantamento mostra que a concentração de renda é ainda mais alarmante do que as estatísticas oficiais reportam. Dados divulgados na quarta-feira [11 de abril] pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, em 2017, as famílias da classe A ganharam 22 vezes a renda das famílias das classes D/E. No entanto, esse abismo social tem quase o dobro do tamanho – a diferença entre os extremos da pirâmide é cerca  de 42 vezes”. Num país onde a sonegação é constante e as pessoas não estão acostumadas a declarar clara e verdadeiramente suas rendas, pode-se dizer que o buraco é muito maior. As distâncias sociais no Brasil podem ser consideradas vergonhosas e antiéticas.  Fonte: UGT Pres

 

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