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Sexta, 11 Janeiro 2019

Mauricio de Figueiredo Corrêa da Veiga. 

JUROS DO CHEQUE ESPECIAL SOBEM A 13,44% AO MÊS EM JANEIRO, DIZ PROCON

Sexta, 11 Janeiro 2019

Os juros do cheque especial (o "limite extra" da conta corrente no banco) subiram de dezembro para janeiro, de acordo com levantamento da Fundação Procon-SP, divulgado nesta quinta-feira (10). Os juros do empréstimo pessoal permaneceram iguais, na mesma comparação.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA PODE TER REGRAS TRANSITÓRIAS

Sexta, 11 Janeiro 2019

 

Para a aprovação de uma mudança constitucional é preciso o equivalente a três quintos da Câmara e do Senado. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

BANCOS TERÃO QUE FORNECER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE CARTÃO DE CRÉDITO CONSIGNADO A APOSENTADOS

Sexta, 11 Janeiro 2019

Exigência negociada em acordo passa a valer a partir de 13 de março. Contratos para emissão de cartões consignados só serão válidos se acompanhado do termo de esclarecimento. (Por Laís Lis, G1)

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Para Goldman Sachs, BC poderá começar a mexer na Selic ainda este ano (Flavia Lima)

A inflação subiu 0,48% em setembro, e metade disso veio do avanço dos preços dos combustíveis, segundo divulgou nesta sexta-feira (5) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Foi o resultado mais alto do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) para o mês de setembro desde 2015.

Surpresos com a trajetória do petróleo no mercado internacional e os seus efeitos sobre os combustíveis internamente, analistas de mercado revisaram as projeções para a inflação de 2018, agora mais próximas do centro da meta estabelecida pelo BC (Banco Central), de 4,5%.

“Começamos o ano com folga em relação à meta, esperando alta de 3,5% para a inflação, mas a alta dos preços das commodities, a desvalorização do câmbio e os preços do petróleo mudaram esse cenário, diz Elson Teles, economista do Itaú Unibanco.

Nesta sexta, o Itaú ajustou mais uma vez a previsão para a inflação neste ano, de 4,1% para 4,5%.

O banco revisou a projeção para o barril tipo Brent, negociado em Londres, de US$ 72 para US$ 85, o que mantém os combustíveis, em especial a gasolina, sob pressão.

Em 12 meses, Teles lembra que só os combustíveis respondem por um ponto percentual da alta de 4,53% do IPCA.

A MCM Consultores também ajustou as expectativas para a inflação. Em agosto, a alta prevista para o ano era de 4,2%, passou para 4,4% no início de setembro e agora está em 4,5%. Além dos combustíveis, o resultado considera também a trajetória dos preços de energia elétrica.

 Em 12 meses, a conta de luz é a segunda maior fonte de pressão sobre a inflação, respondendo por 0,75 ponto da alta do índice.

A equipe do Bradesco também destaca a alta dos preços internacionais de petróleo nas últimas semanas, mas ressalta que a pressão no curto prazo —vinda não só de combustíveis mas também de alimentos— é suavizada pelos dados de atividade econômica.

A tendência de crescimento, diz o Bradesco, ainda é tímida, e a ociosidade da economia se mantém elevada.

O Bradesco espera alta de 4,4% para a inflação em 2018, o que não deve levar o Banco Central a mexer na taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano desde março.

Já para o ano que vem, diz o Bradesco, o quadro muda um pouco. É esperado que o BC eleve a taxa de juros de 6,5% para 8%, justamente para conter possíveis choques.

Na avaliação do Goldman Sachs, as projeções para os preços seguem sob controle, mas há o risco de o BC começar a subir a taxa Selic antes do fim do ano, sobretudo se o cenário externo se mantiver desafiador para emergentes. (Fonte: Folha.com)